O dilema frequente de profissionais das áreas Cognitivas e Comportamentais: 

⚠️ Como se manter atualizado diante de um mar de informações não confiáveis e onde buscar conteúdo para o aprimoramento de suas competências

Quero conhecer

Criamos um ecossistema de conteúdo de atualização, com formação básica à avançada, diálogos, entrevistas, comunidade e muito mais.

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Nosso stream com centenas de horas de conteúdos sobre nosso ecossistema, na versão gratuita e também em nossa Formação Permanete

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Nossa formação continuada

A neurociência e a ciência cognitiva & comportamental evoluem constantemente, deveria ser o mesmo com você, não é mesmo?! Por isso, criamos um ecossistema de conteúdo de atualização, com formação básica à avançada, diálogos, entrevistas, comunidade e muito mais. Uma formação continuada em Neuropsicologia, Intervenções Cognitivas & Comportamentais e crescimento da carreira.

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Conteúdos de ponta, gratuitos!

Mas sempre é assim, tudo é pago? Não... não precisa pagar nada pra começar a estudar hoje mesmo. Temos centenas de horas de conteúdos gratuitos para você começar agora mesmo, e desenvolver sua carreira. Fazemos isso pois acreditamos fortemente que o conhecimento é libertador e transformador, sobretudo, deve ser acessível!

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Sabemos que isso é essencial para a transmissão de conhecimento e aprendizado da nossa comunidade!

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Acessível não é sobre valor, mas também em como assistir!

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MAIS O QUE É IC&C AFINAL?

Veja os principais campos de estudo que você irá se desenvolver:

Laptop em um tripé exibindo uma interface de edição de vídeo com uma mulher na tela.

Avaliação Neuropsicológica

  • Avaliação dos déficits cognitivos, comportamentais e emocionais
  • Identificação de pontos fortes e fracos do funcionamento neuropsicológico
  • Direcionamento das intervenções com base no perfil do paciente


Intervenções Cognitivas

  • Reestruturação cognitiva
  • Treinamento de habilidades de mindfulness
  • Modificação de crenças disfuncionais
  • Terapia racional-emotiva


Intervenções Comportamentais

  • Condicionamento operante
  • Exposição gradual
  • Treinamento de habilidades sociais
  • Técnicas de relaxamento


Terapia Cognitivo-Comportamental

  • Integração estruturada das técnicas cognitivas e comportamentais
  • Avaliação, formulação de caso e planejamento do tratamento
  • Relação terapêutica colaborativa
  • Foco na modificação de padrões disfuncionais


Reabilitação Neuropsicológica

  • Restauração e compensação de funções cognitivas prejudicadas
  • Integração com abordagens cognitivas e comportamentais
  • Tratamento de condições como traumas cerebrais, demências, etc.


Pesquisa e Avaliação de Eficácia

  • Compreensão dos mecanismos neurocognitivos
  • Avaliação do impacto das intervenções por medidas neuropsicológicas
  • Desenvolvimento e aprimoramento das abordagens terapêuticas


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Uma empresa criada por quem ama ser Psi

Juntamos as queixas de profissionais da área junto com nossa vivência, para proporcionar o melhor do que chamamos de quadrado de sustentação: produção científica, prática clínica, supervisão e carreira.

Retrato de uma pessoa ruiva de óculos pretos, com o rosto apoiado em uma das mãos contra um fundo suave.

Vivian Bueno

Neuropsicóloga

Homem discursando no palco, vestindo blazer bege e óculos, com um fundo vermelho e iluminação de treliça.

Matheus Santos

Psicólogo e Consultor

Vivian Bueno

Neuropsicóloga

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Ferramentas para facilitar o seu dia a dia no seu desempenho, seja no consultório, na pesquisa ou em suas aulas

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Manuais e escalas de avaliação

O acesso é a ferramenta ideal para sua carreira e não só os instrumentos em si. Por isso, criamos uma curadoria dos principais instrumentos e manuais de avaliação neuropsicológica disponíveis gratuitos.

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Livros digitais criados por nós

Tem coisa que não muda... Aquele livrinho sempre tem seus adeptos! Por isso criamos vários ebooks para que você possa fazer o download e ler onde e como quiser. E o melhor ---> GRATUITO! Mais uma possibilidade para você estudar agora mesmo!

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🤔 Ainda está em dúvida?

“Serviço incrível e uma ótima experiência em geral.”

Se ainda assim não tiver convencido, olha só essa condição:

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Garantia incondicional da devolução de dinheiro até 15 dias, caso você entenda que não é o momento de se desenvolver.


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BORA PRO TIRA-DÚVIDAS

As perguntas mais frequentes que recebemos

Tenho certeza que uma delas pode ser a sua

  • Dura pra sempre?

    Pra sempre é muita coisa, mas por sempre que o IC&C existir sim. Por isso o pagamento é mensalidade sem comprometer o cartão, tipo Netflix mesmo.

  • Posso confiar sendo barato assim?

    Caso ainda esteja desconfiado é só entrar, ver e caso não goste pedir o dinheiro de volta de forma automática. Por outro lado estamos falando de profissionais apaixonados pela transmissão do conhecimento e principalmente, pelo acesso à educação de ponta.

  • Para quem é esse curso?

    Prioritariamente para Neuropsicólogos, Psicólogos e Psiquiatras.

  • Tem certificado?

    Todas as trilhas de conteúdos que forem denominadas como Curso, sim! São centenas de horas que poderão contar na sua formação complementar.

  • Serve de especialização?

    Não. O IC&C é uma plataforma que veio para democratizar o acesso à educação de ponta, e a formação permanente surge como um desenvolvimento de carreira de altíssima qualidade com um custo x benefício incrível.

  • Se eu não gostar?

    É só pedir o seu tinheiro de volta em até 15 dias após a compra. Oferecemos uma garantia incondicional.

Aposto que você já passou por algumas dessas situações pagando caro em cursos por aí:

Aqui não é assim!


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Conforto é a premissa, seja na qualidade que chega ao seus olhos e ouvidos até a praticidade de você poder assistir onde e como quiser!

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Agora que já tem motivos suficientes para a sua tomada de decisão, nos vemos na formação?

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Confira mais posts em nosso blog!

Por Matheus Santos 21 de maio de 2026
O BAI (Beck Anxiety Inventory) é uma escala autoaplicável amplamente utilizada para avaliar a intensidade de sintomas ansiosos. Desenvolvido por Aaron Beck em 1988, o instrumento contém 21 itens focando predominantemente em sintomas somáticos e fisiológicos da ansiedade. A adaptação brasileira é realizada pela Casa do Psicólogo e está aprovada pelo SATEPSI para uso profissional no Brasil. Ficha Técnica NOME: BAI - Inventário de Ansiedade de Beck AUTOR: Aaron T. Beck (1988) EDITORA BRASIL: Hogrefe DISPONIBILIDADE BRASIL: Sim POPULAÇÃO: Adolescentes (13+) e adultos TEMPO: 5-10 minutos  APROVAÇÃO SATEPSI: Sim
Por Matheus Santos 21 de maio de 2026
A Figura Complexa de Rey é um dos testes neuropsicológicos mais utilizados mundialmente para avaliar habilidades visuoconstrutivas, memória visual e funções executivas. Desenvolvida por André Rey em 1941, a tarefa consiste em copiar uma figura geométrica complexa e posteriormente reproduzi-la de memória. O teste permite avaliar múltiplas funções cognitivas simultaneamente: percepção visual, planejamento, organização, memória visuoespacial e habilidades construtivas. Ficha Técnica NOME: Teste da Figura Complexa de Rey (Rey-Osterrieth Complex Figure Test - ROCF) AUTOR: André Rey (1941), padronização Paul-Alexandre Osterrieth (1944) EDITORA BRASIL: Casa do Psicólogo DISPONIBILIDADE BRASIL: Sim, manual e materiais disponíveis POPULAÇÃO: Crianças (a partir 5 anos), adolescentes, adultos, idosos TEMPO APLICAÇÃO: 10-15 minutos total (cópia + memória) TIPO: Aplicação individual, papel-lápis  APROVAÇÃO SATEPSI: Sim
Por Matheus Santos 21 de maio de 2026
BDI-II (O Inventário de Depressão de Beck – Segunda Edição, desenvolvido por Aaron Beck e colaboradores (1996), com adaptação brasileira pela Casa do Psicólogo (2011), é um instrumento autoaplicável amplamente reconhecido mundialmente para a avaliação rápida da intensidade dos sintomas depressivos. Composto por 21 itens, abrange sintomas cognitivos (como desesperança, autocrítica e ideação suicida), afetivos (tristeza, anedonia e choro), somáticos (fadiga, alterações no sono e apetite, e sintomas físicos) e comportamentais (agitação, retardo psicomotor e perda de interesse), fundamenta-se nos critérios diagnósticos do DSM-IV para o Transtorno Depressivo Maior. O respondente deve selecionar a afirmação (avaliada de 0 a 3 pontos para cada item) que melhor descreve como se sentiu nas ÚLTIMAS DUAS SEMANAS, resultando em uma pontuação total que varia de 0 a 63 pontos, interpretada conforme os pontos de corte estabelecidos (0-13 = depressão mínima, 14-19 = leve, 20-28 = moderada, 29-63 = grave). Assim, permite uma triagem rápida de episódios depressivos, monitoramento longitudinal dos sintomas ao longo do tratamento psicoterapêutico ou farmacológico, e avaliação da eficácia das intervenções através da comparação dos escores pré e pós-tratamento.  As vantagens do BDI-II incluem uma aplicação extremamente rápida (entre 5 a 10 minutos de autoaplicação), baixo custo (sendo um instrumento de domínio público no Brasil após a adaptação validada), boa aceitabilidade entre os pacientes (devido às questões claras e diretas) e uma extensa base de evidências psicométricas que demonstram validade e fidedignidade adequadas para a população brasileira (com alpha de Cronbach superior a 0,90 e correlações esperadas com outros instrumentos de avaliação da depressão). Por essas razões, o BDI-II torna-se uma ferramenta essencial na prática clínica de psicólogos e psiquiatras, tanto para a triagem inicial quanto para o acompanhamento sistemático da evolução da sintomatologia depressiva em pacientes atendidos ambulatorialmente.
Por Matheus Santos 21 de maio de 2026
O WISC-V (Escala de Inteligência de Wechsler para Crianças - Quinta Edição), desenvolvido por David Wechsler e publicado originalmente em 2014 nos Estados Unidos, teve sua adaptação brasileira realizada pela Pearson Clinical/Casa do Psicólogo entre 2021 e 2022. Este instrumento é considerado o padrão-ouro na avaliação da inteligência de crianças e adolescentes com idades entre 6 anos e 0 meses até 16 anos e 11 meses, oferecendo uma medida abrangente do funcionamento cognitivo por meio de cinco índices principais: Índice de Compreensão Verbal (ICV), que mensura o raciocínio verbal, compreensão e conhecimento adquirido; Índice Visuoespacial (IVE), que avalia o raciocínio visuoespacial e a integração; Índice de Raciocínio Fluido (IRF), que mede o raciocínio indutivo/dedutivo e quantitativo; Índice de Memória Operacional (IMO), que avalia a memória de trabalho; e Índice de Velocidade de Processamento (IVP), que mensura a velocidade de processamento da informação visual. Esses índices são derivados de 10 subtestes principais e 5 suplementares, permitindo o cálculo do QI Total, que oferece uma estimativa global da capacidade intelectual e uma análise detalhada do perfil cognitivo, identificando forças e fraquezas específicas da criança, elemento crucial para o diagnóstico diferencial de dificuldades de aprendizagem (como dislexia e discalculia), superdotação, TDAH, deficiência intelectual, e no planejamento de intervenções educacionais individualizadas. A aplicação do WISC-V exige que seja realizada de forma individual e padronizada (com uma duração típica entre 60 a 90 minutos) por um psicólogo treinado, seguindo rigorosos protocolos que garantem a validade dos resultados. A correção resulta em escores padronizados (com média 100 e desvio-padrão 15 para o QI Total e índices; média 10 e desvio-padrão 3 para os subtestes), permitindo a comparação do desempenho da criança com grupos normativos da mesma faixa etária.  A interpretação é realizada em múltiplos níveis, começando pelo QI Total (indicador da capacidade geral), avançando para a análise dos índices específicos, que revelam um padrão único das habilidades cognitivas da criança e informam hipóteses clínicas relacionadas ao seu funcionamento neuropsicológico subjacente e às suas necessidades educacionais específicas.
Por Matheus Santos 17 de maio de 2026
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para depressão, desenvolvida por Aaron Beck na década de 1960, fundamenta-se na observação clínica de que pacientes deprimidos tendem a apresentar padrões de pensamento sistematicamente negativos e distorcidos, os quais precedem e mantêm o humor depressivo. Essa abordagem consiste em um tratamento psicológico estruturado e baseado em evidências, que foca na identificação e modificação de cognições disfuncionais (pensamentos automáticos negativos sobre si mesmo, o mundo e o futuro, formando a tríade cognitiva negativa característico da depressão) e de padrões comportamentais desadaptativos (como inatividade, isolamento social e evitação de atividades prazerosas, os quais perpetuam a anedonia). A TCC utiliza técnicas específicas, incluindo reestruturação cognitiva (através do questionamento socrático sobre as evidências dos pensamentos negativos e a geração de alternativas equilibradas e realistas), ativação comportamental (com o agendamento sistemático de atividades prazerosas e de maestria, combatendo a inércia depressiva), monitoramento de pensamentos e emoções através de registros diários que revelam as conexões entre cognição e humor, experimentos comportamentais que testam a validade de predições catastróficas, e modificação de esquemas subjacentes (como crenças nucleares profundas, tais como "Sou inadequado" e "Não sou amável", desenvolvidas a partir de experiências adversas na infância). O tratamento é normalmente organizado em um protocolo estruturado de 12 a 20 sessões, incluindo uma fase inicial de avaliação e construção de uma relação terapêutica colaborativa, uma fase de intervenção ativa que aplica técnicas cognitivo-comportamentais focadas nos sintomas específicos identificados (como humor deprimido, anedonia, desesperança, inatividade e pensamentos suicidas, quando presentes), e uma fase de prevenção de recaída, que consolida as habilidades aprendidas e identifica sinais precoces de recorrência da depressão, desenvolvendo um plano de ação preventivo. A eficácia da TCC no tratamento da depressão é estabelecida por mais de 75 metanálises, as quais demonstram tamanhos de efeito grandes (d=0,70-0,90), comparáveis aos de medicamentos antidepressivos, e superiores a longo prazo, devido à aquisição de habilidades cognitivo-comportamentais que persistem após o tratamento, reduzindo o risco de recaída em 50% em comparação com pacientes que descontinuaram a medicação. Assim, a TCC é recomendada como primeira linha de tratamento para depressão leve a moderada em monoterapia e para depressão moderada a severa em combinação com medicação, conforme diretrizes internacionais (APA, NICE). Isso torna essencial para os profissionais de saúde mental compreenderem o modelo cognitivo da depressão e dominarem as técnicas específicas da TCC, a fim de oferecer tratamentos baseados em evidências que maximizem a recuperação funcional dos pacientes deprimidos.
Por Matheus Santos 17 de maio de 2026
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem psicoterapêutica bem estruturada e fundamentada em evidências, desenvolvida por Aaron Beck e Albert Ellis nas décadas de 1960. O que a distingue essencialmente de outras orientações terapêuticas são suas características específicas, que incluem um foco no presente e no futur o (trabalhando questões atuais e desenvolvendo habilidades para o futuro em vez de uma ampla exploração do passado), uma estrutura sistemática nas sessões (com uma agenda colaborativa, tarefas de casa definidas e mensuração objetiva do progresso, em contrapartida a sessões não-diretivas que fluem livremente), e um modelo teórico que liga cognições, emoções e comportamentos (onde os pensamentos influenciam as emoções e comportamentos, e as cognições disfuncionais são modificadas por técnicas específicas, ao invés de modelos psicodinâmicos que exploram o inconsciente e a transferência ou abordagens humanistas que focam na autorrealização). A TCC adota uma orientação voltada para a solução de problemas (identificando questões específicas e mensuráveis e aplicando técnicas direcionadas, em contraste com um enfoque mais amplo em insights e crescimento pessoal) e apresenta uma brevidade relativa (comumente de 12 a 20 sessões para transtornos frequentes, ao passo que a psicanálise tradicional pode prolongar-se por anos). Além disso, destaca-se sua ênfase no empirismo colaborativo (onde terapeuta e paciente testam hipóteses por meio de experimentos comportamentais, em oposição a interpretações do terapeuta ou reflexões não-diretivas). Essa abordagem contrasta especialmente com a psicanálise/psicodinâmica, que foca em conflitos inconscientes do passado por meio de interpretações de transferência e resistência ao longo de muitos anos de terapia, assim como com abordagens humanistas (como as de Rogers e Gestalt), que enfatizam aceitação incondicional e empatia para facilitar a autorrealização, em comparação com técnicas estruturadas de mudança. Inclusive se comparamos com as terapias cognitivas de terceira onda (como ACT e DBT), que diferem da TCC tradicional ao buscar não apenas a mudança no conteúdo das cognições, mas na relação que se estabelece com elas (como no caso da defusão e aceitação abordadas pela ACT) e na adição de validação dialética e regulação emocional intensa pela DBT, além das técnicas padrão da TCC. Compreender essas diferenças fundamentais é essencial para a escolha da terapia mais adequada de acordo com o transtorno específico (com a TCC apresentando forte evidência para ansiedade, depressão e TOC, a DBT sendo indicada para Borderline e a psicodinâmica oferecendo insights profundos sobre conflitos relacionais), as preferências do paciente (por exemplo, alguns podem preferir a estrutura da TCC enquanto outros optam pela exploração psicodinâmica ou acolhimento humanista) e os objetivos do tratamento (como busca por redução rápida de sintomas versus crescimento pessoal a longo prazo). É importante reconhecer que múltiplas abordagens podem ser eficazes por meio de mecanismos distintos e que uma integração eclética e responsiva pode proporcionar a flexibilidade terapêutica necessária para otimizar resultados individualizados.
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